LONDRES – A região africana do Sahel está a atravessar um período de rápidas mudanças – e de crescente instabilidade. As juntas militares no Mali, Burkina Faso e Níger – atualmente conhecido como Sahel Central – rejeitaram as parcerias tradicionais com o Ocidente em prol de novos patronos: China e Rússia. Se acrescentarmos a isto a fragmentação da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), o mapa geopolítico da região está a ser redesenhado, com consequências que se estendem muito para além da África Ocidental.
LONDRES – A região africana do Sahel está a atravessar um período de rápidas mudanças – e de crescente instabilidade. As juntas militares no Mali, Burkina Faso e Níger – atualmente conhecido como Sahel Central – rejeitaram as parcerias tradicionais com o Ocidente em prol de novos patronos: China e Rússia. Se acrescentarmos a isto a fragmentação da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), o mapa geopolítico da região está a ser redesenhado, com consequências que se estendem muito para além da África Ocidental.